Sketchbook Volume III

Este projeto partiu da intenção de apresentar uma série de desenhos feitos à mão por mim em meu Sketchbook no ano de 2015. Para criá-los, utilizei canetas nanquim (0,05mm / 0,1mm / 0,3mm), lapiseiras 0,5mm / 0,7mm coloridas (azul e vermelho) e aquarela. Logo após foram scanneados e tratados no Adobe Photoshop. Fiz apenas pequenas alterações
nas opções levels e curves e refiz a lineart em alguns pontos prejudicados.

Também tem o projeto todo lá no Behance ó: CLICA AQUI! :)
E quem quiser, pode me seguir lá no Instagram, vou postando com frequências sketches e outras rabisqueiras do dia-a-dia!

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Anemarts – Projeto de Identidade Visual

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Anemarts é o pseudônimo que adotei há anos para assinar meus trabalhos. Com ele, eu desenvolvi e ampliei minha rede de networking (Blog, Behance, Arstation, Society6) , além de ter criado uma diferenciação entre minha imagem pessoal e artística.

A marca, um arranjo tipográfico abstrato, é o resultado de estudos envolvendo assinaturas manuais, em que a caneta não abandona o papel até a escrita estar completa. O símbolo, completamente geométrico, foi desenvolvido como uma variante moderna deste processo de escrita, uma simulação com cortes secos, mais limpos, mas ainda assim trazendo a continuidade, a ligação entre as letras. No processo de vetorização os pontos de torção sofreram um arredondamento para deixar a composição mais orgânica e leve e flexível.

Dito Cujo Coletivo

Dito Cujo surgiu no sul de Minas, idealizado por três amigos – @jaaaiiro, @ike motta & @plinio fernandes – que sempre se encontravam em algum bar para discutir sobre design, arte e claro, beber cerveja.

Seguindo esse ambiente mais informal, a marca tem formas mais rústicas. Foi inspirada na arte da xilogravura – tanto pelos traços, como também pela cor preta, escolhida para remeter à tinta usada para pintar a madeira – que é completamente artesanal em sua execução. Outra fonte de inspiração foi a cultura nordestina, com principal atenção às ilustrações da literatura de cordel.

O termo Dito Cujo é uma expressão brasileira usada no cotidiano para designar uma pessoa conhecida por todos, mas que não tem sua identidade relevada. Isto se apresenta na marca pelo ponto de interrogação presente no símbolo, que aqui também significa que o importante não é o autor e sim sua obra. No coletivo, o trabalho deve falar por si só, sem atribuir responsabilidades para apenas um membro. Os olhos presentes no logotipo referenciam a expressão facial que fazemos quando queremos apontar para o tal Dito Cujo da conversa.

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Aproveite para seguir a página do Dito Cujo no Facebook. Para ver mais do projeto, só clicar aqui ó: Anemarts Behance.

Dissonia

Dissonia é um projeto experimental. Desenvolvida em formato de revista, seu conteúdo abrange o universo das histórias em quadrinhos de Sandman, de Neil Gaiman. Sandman (ou Sonho) é o governante de Sonhar, o reino para onde vão as almas de todos os que dormem, e onde as lembranças geradas durante o sono são guardadas.

A narrativa é fragmentada em 11 arcos. No primeiro arco é relatada a captura de Sandman por um mago, que o mantém preso por quase 70 anos. Em consequência deste ato, o reino de Sonhar entra em profunda decadência e isso se reflete no mundo físico: várias pessoas passam a sofrer com distúrbios do sono. O nome da revista é baseada nos fatos deste arco, pois “dissonia” é um termo usado para se referir a distúrbios de sono.

O projeto visual é inspirado no trabalho do artista Dave McKean. Ele é um dos principais responsáveis pelos traços de Sandman. Suas obras são recheadas com um ar surreal e pesado. Buscou-se criar um ambiente soturno e essencialmente onírico, carregado de imagens lúgubres. As cores utilizadas, bem como a diagramação feita em tom caótico reforçam a temática criada. Desta forma, retratar a atmosfera dos quadrinhos, bem como do personagem em si, tornou-se uma experiência vivida não apenas pela leitura, mas também pela apreciação da peça toda.

O projeto todo pode ser visualizado em meu Behance.

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Fazendo a diferença

sketchbookEstou novamente atualizando o blog, mas agora de outra maneira. Pretendo ir um pouco além de apenas postar imagens. Escreverei mais sobre meus trabalhos, em busca de me comunicar melhor e me aproximar mais de quem me acompanha. Preciso fazer do meu blog uma ferramenta mais interessante, tanto para mim quanto para quem o acessa.

Quando começo a seguir um blog gosto de obter informações sobre o autor e artista que está por trás dele, assim como do que ele produz. Quero que as pessoas que me seguem também possam encontrar tal conteúdo em minha página, que tenham esse mesmo sentimento de curiosidade.

Além disso, vejo como uma oportunidade de poder compartilhar minha paixão de forma mais pessoal. Percebi que simplesmente colocar imagens sem palavras em um blog o torna supérfluo. Tão rapidamente um visitante visualiza as imagens, tão rapidamente elas serão esquecidas.

Um blog é o espaço perfeito para mostrar o progresso do que faço passo-a-passo, descrevê-lo, explica-lo e anuncia-lo! Mantendo alguns princípios como escrever apenas quando tiver algo a dizer, não apenas por uma questão de postar, quem sabe não possa fazer uma grande diferença?

(Agradecimentos a Clarissa que tem me ajudado (e muito) na criação dos textos e na organização das minhas ideias. Sem ela isso não seria possível. Obrigado pela paciência ♥)