Bird Woman

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Ela canta, com cores quentes nos lábios, o silêncio que guia meus sonhos. Cria asas e movimentos para delimitar a realidade. E assim separa o meu pensamento em pedaços que não preciso definir… Ela dança, com calor colorido nas pernas, o movimento que guia meus planos. Cria raízes e pensamentos para delimitara realidade. E assim unifica o meu movimento em pedaços que não recuso sentir… E volta, como passageiros de ponte aérea, depois de inverter os tons das tintas ao meu redor, sumindo naquele lapso de realidade antes das quatro da manhã… E some, como pedreiros de ponte térrea, depois de derreter as notas das músicas ao meu redor, existindo naquele lapso de sonho depois das quatro da manhã…

Everything I touch gets ruined

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A raiva da garota ao ser perseguida pelos fantasmas do passado que voltam para lembrá-la de todos os seus erros, é representada aqui por uma mistura de ilustração e fotografia.

Ela parada ao centro, numa situação vulnerável enquanto tudo dá errado ao seu redor. Sua reação, porém é agressiva. Ela estragou tudo uma vez e, aparentemente, não se importa de repetir o ato. O degradè de cores cria uma atmosfera melancólica para a cena, da menina que tem como única companhia, seus problemas.

Take Off Your Panties

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“Minha memória é de espelho retrovisor embassado de fumaça da neblina de paz da noite que chega. Espelho|ohlepsE me faz lembrar pedaços perigosos deste caminho que estou seguindo a algum tempo, entre curvas aventureiras do meu cotidiano e retas em alta velocidade de quem valoriza mais a viagem que o destino de tuas rotas.

Minha memória é vermelha rústica de móveis coloniais dos mistérios dos ministérios das artes de quem pouco se importa. Vermelha do calor do seu sangue nos meus sonhos, dos movimentos dos teus lábios nos meus encontros, entre outros tons de você que se configura nestes destinos de minhas rotas”. –  Blogberona

Espelho

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“Na frente de meu rosto estava todos os bons sentidos da vida num instante rápido (e preguiçoso) que se demorou a entender. Era a invenção de um novo tom. Um novo sobretom. Tinha milhões de motivos para deixar um sorriso verdadeiro escapar, mas não saberia nunca dizer o porquê. E quase que como um espelho, um sorriso dela também escapou, tentando desenhar novamente o futuro com outras cores.

…não seria muito diferente. Se eu soubesse antes o final, re-começaria, quase que exatamente igual”. – Blogberona