Grupo FATO – Próximo

Continuação, sequência, olhar adiante. Proximidade, pessoas diferentes criando juntas e acreditando nos mesmos sonhos.

Foram esses conceitos que deram vida ao Próximo, novo álbum do Grupo Fato e que deram base para o raciocínio criativo da linha gráfica. O FATO é um Grupo Curitibano que pesquisa e produz música autoral desde 1994, envolvendo diversos poetas e compositores da cena independente.

Em 2014 lançou o CD “Próximo”, que celebrou os 20 anos de trajetória do grupo com convidados ilustres. Produzido por Pedro Luís, o CD ainda contou com participações de LENINE, João Cavalcanti, Yuri Queiroga, Rodrigo Campello, Gabriel Schwartz e Neuza Pinheiro, entre outros grandes artistas amigos. O trabalho ficou na posição 28 entre os 100 melhores lançamentos de 2014 na avaliação do site “Embrulhador”.

Em www.fato.org, site oficial do grupo, há um grande conjunto de informações, música e imagens.

Tem o projeto todo lá no meu Behance: Behance do Jairão

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Blues Anthology

Projeto acadêmico do cujo Plinio Fernandes publicado lá na página do Dito Cujo e merece um baita destaque!

O processo criativo para o box promocional “Blues Anthology” baseou-se em uma narrativa ambientada em um bordel. Local recorrente das apresentações dos bluesmen, o espaço era permeado por música, bebida e mulheres.

Ao passar pelas prateleiras de uma loja de CD’s os apreciadores de blues serão surpreendidos por uma luz vermelha (característica marcante de um bordel) vinda da embalagem: trata-se de um pequeno LED acionado por um sensor de presença, instalado na tampa. Conquistada a atenção, o fã é então convidado a entrar pela “porta”e explorar seu conteúdo. Uma textura de papel de parede bastante gasta estampa o interior da caixa, a fim de reforçar a atmosfera de um bordel. A primeira coisa a ser vista é um livro contendo as letras das músicas com o título “Blues Anthology Lyrics”. A capa traz a foto de uma escadaria que, de acordo com a narrativa, é o acesso aos quartos. Na sequência, o fã é levado pelos corredores até uma das típicas dependências, onde é aguardado por uma “donzela”e por uma trilha sonora, executada por músicos consagrados como Muddy Waters e Robert Johnson.

A caixa ainda traz um pen drive em forma de gaita – que pode ser tocada -, contendo todas as músicas do CD.

Para ver todo o projeto é só ir lá no Behance do Plínio. Lá tem todas as imagens bonitonas para apreciar: CLICA AQUI Ó!

Convido a todos para quem não curtiu, acompanhar nossos trabalhos lá na página do Dito Cujo no Facebook, tá aí o link ó: www.facebook.com/ditocujocoletivo :)

 

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Anemarts – Projeto de Identidade Visual

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Anemarts é o pseudônimo que adotei há anos para assinar meus trabalhos. Com ele, eu desenvolvi e ampliei minha rede de networking (Blog, Behance, Arstation, Society6) , além de ter criado uma diferenciação entre minha imagem pessoal e artística.

A marca, um arranjo tipográfico abstrato, é o resultado de estudos envolvendo assinaturas manuais, em que a caneta não abandona o papel até a escrita estar completa. O símbolo, completamente geométrico, foi desenvolvido como uma variante moderna deste processo de escrita, uma simulação com cortes secos, mais limpos, mas ainda assim trazendo a continuidade, a ligação entre as letras. No processo de vetorização os pontos de torção sofreram um arredondamento para deixar a composição mais orgânica e leve e flexível.

Dito Cujo Coletivo

Dito Cujo surgiu no sul de Minas, idealizado por três amigos – @jaaaiiro, @ike motta & @plinio fernandes – que sempre se encontravam em algum bar para discutir sobre design, arte e claro, beber cerveja.

Seguindo esse ambiente mais informal, a marca tem formas mais rústicas. Foi inspirada na arte da xilogravura – tanto pelos traços, como também pela cor preta, escolhida para remeter à tinta usada para pintar a madeira – que é completamente artesanal em sua execução. Outra fonte de inspiração foi a cultura nordestina, com principal atenção às ilustrações da literatura de cordel.

O termo Dito Cujo é uma expressão brasileira usada no cotidiano para designar uma pessoa conhecida por todos, mas que não tem sua identidade relevada. Isto se apresenta na marca pelo ponto de interrogação presente no símbolo, que aqui também significa que o importante não é o autor e sim sua obra. No coletivo, o trabalho deve falar por si só, sem atribuir responsabilidades para apenas um membro. Os olhos presentes no logotipo referenciam a expressão facial que fazemos quando queremos apontar para o tal Dito Cujo da conversa.

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Aproveite para seguir a página do Dito Cujo no Facebook. Para ver mais do projeto, só clicar aqui ó: Anemarts Behance.

Bastardos Inglórios

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Redesign de cartaz do filme Bastardos Inglórios, dirigido por Quentin Tarantino. O filme se passa durante a Segunda Guerra Mundial e retrata a França dominada pelo nazismo e o empenho de dois grupos de pessoas dispostos a se vingar dos nazistas.

A proposta adotada foi a de utilizar um objeto que fosse relevante no filme a ponto de servir como identificação para o mesmo, (neste caso, foi escolhido o taco de baseball) e que tivesse ligação direta com a história.

Os filmes do Tarantino são marcados pela imensa quantidade de sangue derramada e violência, características que se mostram presentes no cartaz. A representação da suástica no topo é mais um reforço. O título do filme, em caixa alta escrito com a fonte Clarendon, completa a diagramação.

A imagem do taco foi toda refeita no Adobe Photoshop CS6, manipulando texturas, adicionando o desgaste da madeira, a escrita entalhada e o arame farpado.

Este é o primeiro de cinco trabalhos de um projeto de redesign de cartazes de filmes.

Para quem não viu o filme, segue o link com trailer.