À hora da meia-noite

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Em certo dia, à hora, à hora
Da meia-noite que apavora,
Eu, caindo de sono e exausto de fadiga,
Ao pé de muita lauda antiga,
De uma velha doutrina, agora morta,
Ia pensando, quando ouvi à porta
Do meu quarto um soar devagarinho,
E disse estas palavras tais:
“É alguém que me bate à porta de mansinho;
Há de ser isso e nada mais.”

O Corvo – Edgar Allan Poe

Imagem criada para o editorial Dissonia. Para conferir todo o projeto, basta ir lá no meu Behance. Tem o editorial todo por lá.

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