De longe que nada se vê

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A sombra se desfarça,
se faz de falsa, e se casa.
Se pausa na estrada, como único destino.
Eu paro. Eu espero. Eu digo nada…
e do silêncio, brota a caminhada.
Um… dois… sete…
concorrências de passos por espaços.
Eu estou. Estar. Basta? Respiro.
E encaro o nada de um silêncio.
Se o fim de tudo fosse agora
tu teria a coragem de dizer
o que estava pensando
pra tatuar em tua lapide?
Pra gritar do alto do morro,
do meio da rua, teria a coragem?
A vontade?
Teria?

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2 comentários sobre “De longe que nada se vê

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