Dito Cujo Coletivo

Dito Cujo surgiu no sul de Minas, idealizado por três amigos – @jaaaiiro, @ike motta & @plinio fernandes – que sempre se encontravam em algum bar para discutir sobre design, arte e claro, beber cerveja.

Seguindo esse ambiente mais informal, a marca tem formas mais rústicas. Foi inspirada na arte da xilogravura – tanto pelos traços, como também pela cor preta, escolhida para remeter à tinta usada para pintar a madeira – que é completamente artesanal em sua execução. Outra fonte de inspiração foi a cultura nordestina, com principal atenção às ilustrações da literatura de cordel.

O termo Dito Cujo é uma expressão brasileira usada no cotidiano para designar uma pessoa conhecida por todos, mas que não tem sua identidade relevada. Isto se apresenta na marca pelo ponto de interrogação presente no símbolo, que aqui também significa que o importante não é o autor e sim sua obra. No coletivo, o trabalho deve falar por si só, sem atribuir responsabilidades para apenas um membro. Os olhos presentes no logotipo referenciam a expressão facial que fazemos quando queremos apontar para o tal Dito Cujo da conversa.

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Aproveite para seguir a página do Dito Cujo no Facebook. Para ver mais do projeto, só clicar aqui ó: Anemarts Behance.

Lilith e Morrigan

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Darkstalkers é uma série de jogos de luta, desenvolvidos pela Capcom. Eles são ambientados num universo com a temática “Horror Gótico” e protagonizados por seres folclóricos ou que possam vir do imaginário humano.

Neste fanart estão representadas duas das personagens femininas da série, Lilith e Morrigan Aensland. Ambas são feitas de energia, roubadas dos homens em seus sonhos eróticos, que no folclore são conhecidas como “súcubos”. Aqui são ilustradas como duas mulheres belas, com asas e cercadas por morcegos. Estão cercadas por uma moldura inspirada no estilo Art Nouveau, bem como a paleta de cores escolhidas. No topo foi colocado o esqueleto de um morcego com asas abertas, acentuando a temática de Horror Gótico que permeia a trama do jogo.

Everything I touch gets ruined

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A raiva da garota ao ser perseguida pelos fantasmas do passado que voltam para lembrá-la de todos os seus erros, é representada aqui por uma mistura de ilustração e fotografia.

Ela parada ao centro, numa situação vulnerável enquanto tudo dá errado ao seu redor. Sua reação, porém é agressiva. Ela estragou tudo uma vez e, aparentemente, não se importa de repetir o ato. O degradè de cores cria uma atmosfera melancólica para a cena, da menina que tem como única companhia, seus problemas.